{"id":5120,"date":"2022-07-14T10:16:39","date_gmt":"2022-07-14T13:16:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.professorvladmirsilveira.com.br\/\/?p=5120"},"modified":"2022-07-14T10:16:39","modified_gmt":"2022-07-14T13:16:39","slug":"crise-da-biodiversidade-esta-ligada-a-forma-limitada-de-valorizar-a-natureza-avaliam-cientistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clientes.jusanalytics.com.br\/professor\/2022\/07\/14\/crise-da-biodiversidade-esta-ligada-a-forma-limitada-de-valorizar-a-natureza-avaliam-cientistas\/","title":{"rendered":"Crise da biodiversidade est\u00e1 ligada a forma limitada de valorizar a natureza, avaliam cientistas"},"content":{"rendered":"\n<p>Fonte: FAPESP<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Elton Alisson | Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>\u00a0\u2013 A forma como a natureza \u00e9 valorizada nas decis\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas \u00e9 um fator-chave da crise global da biodiversidade e uma oportunidade vital para enfrent\u00e1-la, de acordo com uma avalia\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica de quatro anos feita por 82 cientistas e especialistas de todas as regi\u00f5es do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Aprovado no s\u00e1bado (09\/07), em Bonn, na Alemanha, por representantes dos 139 Estados-membros da Plataforma Intergovernamental de Pol\u00edticas Cient\u00edficas sobre Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (IPBES) \u2013 incluindo o Brasil \u2013, o relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o sobre os diversos valores e valoriza\u00e7\u00e3o da natureza aponta que h\u00e1 um foco global dominante em lucro de curto prazo e crescimento econ\u00f4mico nas decis\u00f5es pol\u00edticas, muitas vezes desconsiderando outros m\u00faltiplos valores.<\/p>\n\n\n\n<p>As decis\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas t\u00eam priorizado predominantemente valores da natureza particularmente baseados no mercado, como aqueles associados aos alimentos produzidos intensivamente, ignorando os muitos valores n\u00e3o comerciais, como a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a identidade cultural, ponderam os autores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom mais de 50 m\u00e9todos e abordagens de avalia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o faltam formas e ferramentas para tornar vis\u00edveis os valores da natureza\u201d, disse o professor Unai Pascual, um dos coordenadores do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os autores, apenas 2% dos mais de mil estudos revisados consultam as partes interessadas sobre os resultados da avalia\u00e7\u00e3o e apenas 1% dos trabalhos envolveu as partes interessadas em todas as etapas do processo de valoriza\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO que est\u00e1 em falta \u00e9 o uso de m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o para combater assimetrias de poder entre as partes interessadas e incorporar de forma transparente os diversos valores da natureza na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas\u201d, apontou Pascual.<\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio foi elaborado com base em uma ampla revis\u00e3o realizada por especialistas em ci\u00eancias sociais, economia e humanidades, e fundamentado em mais de 13 mil refer\u00eancias \u2013 incluindo artigos cient\u00edficos e fontes de informa\u00e7\u00e3o de conhecimento ind\u00edgena e tradicional. Tamb\u00e9m se baseou diretamente na Avalia\u00e7\u00e3o Global da IPBES de 2019, que identificou o papel do crescimento econ\u00f4mico como um dos principais impulsionadores da perda da natureza, com 1 milh\u00e3o de esp\u00e9cies de plantas e animais agora em risco de extin\u00e7\u00e3o (<em>leia mais em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/30430\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">agencia.fapesp.br\/30430\/<\/a><\/strong><\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos autores \u00e9 a brasileira Simone Athayde, professora da Universidade Internacional da Fl\u00f3rida, nos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aumento dos estudos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio aponta que o n\u00famero de estudos sobre valoriza\u00e7\u00e3o da natureza aumentou em m\u00e9dia mais de 10% ao ano nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas. O foco mais proeminente dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o recentes (2010-2020) tem sido a melhoria da condi\u00e7\u00e3o da natureza (65% dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o revisados) e a melhoria da qualidade de vida das pessoas (31%), com apenas 4% focados em melhorar as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 justi\u00e7a social. Cerca de 74% dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o focaram em valores instrumentais, com 20% focados em valores intr\u00ednsecos e apenas 6% focados em valores relacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA avalia\u00e7\u00e3o fornece aos tomadores de decis\u00e3o ferramentas e m\u00e9todos concretos para entender melhor os valores que indiv\u00edduos e comunidades atribuem \u00e0 natureza\u201d, disse Patricia Balvanera, uma das coordenadoras do relat\u00f3rio. \u201cTamb\u00e9m disponibiliza diretrizes sobre como melhorar a qualidade da avalia\u00e7\u00e3o, levando em considera\u00e7\u00e3o a relev\u00e2ncia, a robustez e os requisitos de recursos de diferentes m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das conclus\u00f5es dos autores \u00e9 que h\u00e1 uma s\u00e9rie de valores profundamente arraigados que podem ser alinhados com a sustentabilidade, enfatizando princ\u00edpios como unidade, responsabilidade, administra\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a, tanto para com outras pessoas quanto para com a natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMudar a tomada de decis\u00f5es para os m\u00faltiplos valores da natureza \u00e9 uma parte realmente importante da mudan\u00e7a transformadora em todo o sistema e necess\u00e1ria para lidar com a atual crise global de biodiversidade\u201d, disse Balvanera. \u201cIsso implica redefinir \u2018desenvolvimento\u2019 e \u2018boa qualidade de vida\u2019 e reconhecer as m\u00faltiplas maneiras pelas quais as pessoas se relacionam umas com as outras e com o mundo natural\u201d, avaliou.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores identificam quatro \u201cpontos de alavancagem\u201d centrados em valores que podem ajudar a criar as condi\u00e7\u00f5es para a mudan\u00e7a transformadora necess\u00e1ria para futuros mais sustent\u00e1veis e justos: reconhecer os diversos valores da natureza; incorporar\u00a0a avalia\u00e7\u00e3o na tomada de decis\u00e3o; realizar reformar pol\u00edticas e regulamentos para internalizar os valores da natureza; e mudar as normas e metas sociais subjacentes para se alinhar com os objetivos globais de sustentabilidade e justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA biodiversidade est\u00e1 sendo perdida e as contribui\u00e7\u00f5es da natureza para as pessoas est\u00e3o sendo degradadas mais rapidamente agora do que em qualquer outro momento da hist\u00f3ria humana\u201d, disse Ana Mar\u00eda Hern\u00e1ndez Salgar, presidente da IPBES. \u201cIsso ocorre em grande parte porque nossa abordagem atual \u00e0s decis\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas n\u00e3o leva em conta suficientemente a diversidade dos valores da natureza\u201d, avaliou.<\/p>\n\n\n\n<p>A dirigente sublinhou que o relat\u00f3rio est\u00e1 sendo lan\u00e7ado em um momento bastante oportuno, pouco antes do acordo esperado ainda este ano pela Conven\u00e7\u00e3o das Partes sobre a Diversidade Biol\u00f3gica (CDB) sobre uma nova estrutura global de biodiversidade para a pr\u00f3xima d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<p>O sum\u00e1rio para formuladores de pol\u00edticas do relat\u00f3rio est\u00e1 dispon\u00edvel em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/zenodo.org\/record\/6813144#.YswiQnbMLIU\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/zenodo.org\/record\/6813144#.YswiQnbMLIU<\/a><\/strong>.<br \/>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: FAPESP Elton Alisson | Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A forma como a natureza \u00e9 valorizada nas decis\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas \u00e9 um fator-chave da crise global da biodiversidade e uma oportunidade vital para enfrent\u00e1-la, de acordo com uma avalia\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica de quatro anos feita por 82 cientistas e especialistas de todas as regi\u00f5es do mundo. Aprovado no s\u00e1bado (09\/07), em Bonn, na Alemanha, por representantes dos 139 Estados-membros da Plataforma Intergovernamental de Pol\u00edticas Cient\u00edficas sobre Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (IPBES) \u2013 incluindo o Brasil \u2013, o relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o sobre os diversos valores e valoriza\u00e7\u00e3o da natureza aponta que h\u00e1 um foco global dominante em lucro de curto prazo e crescimento econ\u00f4mico nas decis\u00f5es pol\u00edticas, muitas vezes desconsiderando outros m\u00faltiplos valores. As decis\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas t\u00eam priorizado predominantemente valores da natureza particularmente baseados no mercado, como aqueles associados aos alimentos produzidos intensivamente, ignorando os muitos valores n\u00e3o comerciais, como a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a identidade cultural, ponderam os autores. \u201cCom mais de 50 m\u00e9todos e abordagens de avalia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o faltam formas e ferramentas para tornar vis\u00edveis os valores da natureza\u201d, disse o professor Unai Pascual, um dos coordenadores do trabalho. Segundo os autores, apenas 2% dos mais de mil estudos revisados consultam as partes interessadas sobre os resultados da avalia\u00e7\u00e3o e apenas 1% dos trabalhos envolveu as partes interessadas em todas as etapas do processo de valoriza\u00e7\u00e3o da natureza. \u201cO que est\u00e1 em falta \u00e9 o uso de m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o para combater assimetrias de poder entre as partes interessadas e incorporar de forma transparente os diversos valores da natureza na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas\u201d, apontou Pascual. O relat\u00f3rio foi elaborado com base em uma ampla revis\u00e3o realizada por especialistas em ci\u00eancias sociais, economia e humanidades, e fundamentado em mais de 13 mil refer\u00eancias \u2013 incluindo artigos cient\u00edficos e fontes de informa\u00e7\u00e3o de conhecimento ind\u00edgena e tradicional. Tamb\u00e9m se baseou diretamente na Avalia\u00e7\u00e3o Global da IPBES de 2019, que identificou o papel do crescimento econ\u00f4mico como um dos principais impulsionadores da perda da natureza, com 1 milh\u00e3o de esp\u00e9cies de plantas e animais agora em risco de extin\u00e7\u00e3o (leia mais em\u00a0agencia.fapesp.br\/30430\/). Um dos autores \u00e9 a brasileira Simone Athayde, professora da Universidade Internacional da Fl\u00f3rida, nos Estados Unidos. Aumento dos estudos O relat\u00f3rio aponta que o n\u00famero de estudos sobre valoriza\u00e7\u00e3o da natureza aumentou em m\u00e9dia mais de 10% ao ano nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas. O foco mais proeminente dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o recentes (2010-2020) tem sido a melhoria da condi\u00e7\u00e3o da natureza (65% dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o revisados) e a melhoria da qualidade de vida das pessoas (31%), com apenas 4% focados em melhorar as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 justi\u00e7a social. 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Os autores identificam quatro \u201cpontos de alavancagem\u201d centrados em valores que podem ajudar a criar as condi\u00e7\u00f5es para a mudan\u00e7a transformadora necess\u00e1ria para futuros mais sustent\u00e1veis e justos: reconhecer os diversos valores da natureza; incorporar\u00a0a avalia\u00e7\u00e3o na tomada de decis\u00e3o; realizar reformar pol\u00edticas e regulamentos para internalizar os valores da natureza; e mudar as normas e metas sociais subjacentes para se alinhar com os objetivos globais de sustentabilidade e justi\u00e7a. \u201cA biodiversidade est\u00e1 sendo perdida e as contribui\u00e7\u00f5es da natureza para as pessoas est\u00e3o sendo degradadas mais rapidamente agora do que em qualquer outro momento da hist\u00f3ria humana\u201d, disse Ana Mar\u00eda Hern\u00e1ndez Salgar, presidente da IPBES. \u201cIsso ocorre em grande parte porque nossa abordagem atual \u00e0s decis\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas n\u00e3o leva em conta suficientemente a diversidade dos valores da natureza\u201d, avaliou. A dirigente sublinhou que o relat\u00f3rio est\u00e1 sendo lan\u00e7ado em um momento bastante oportuno, pouco antes do acordo esperado ainda este ano pela Conven\u00e7\u00e3o das Partes sobre a Diversidade Biol\u00f3gica (CDB) sobre uma nova estrutura global de biodiversidade para a pr\u00f3xima d\u00e9cada. 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